segunda-feira, 2 de abril de 2012

Homefront





Você já imaginou a hoje mais poderosa e influente nação do mundo sendo invadida, devastada, e dominada por outro país? Difícil de acontecer né!? Mais para os produtores da THQ não! Além da ousadia de imaginar poderio econômico e hibélico Estadunidense cair por terra eles foram mais longe, colocaram as Coréias do Sul e do Norte unificadas e deram o premio Nobel da paz ao novo ditador da Coréia do Norte Kim Jong-unn, que após o falecimento do pai assumiu o poder e reunificou as Coréias. E por tal façanha, além de ganhar o Nobel da paz, tomou uma posição de líder mundial, além de ter o seu país como chefe do conselho de segurança da ONU. Tudo muito surreal não!? Mais ou menos! Após a morte de Kim Jong-il (o pai), no dia 19 de dezembro de 2011, o filho Kim Jong-unn assumiu o poder. Neste quesito os produtores da THQ acertaram na mosca, levando em conta que o game foi lançado no dia em Março de 2011.

Curiosidades a parte vamos ao que interessa...

Como já disse, Homefront foi lançado em Março de 2011, é um game de guerra (não me diga?), em primeira pessoa (FPS), e como quase todo FPS que se preze, houve um furor imenso em torno deste lançamento tudo isso por ser baseado em um tema "real" e por existir esta imagem dos Estados Unidos um país inabalável e intransponível. E o game mostra totalmente o contrário, mostra um país em ruínas com um cenário caótico bem típico daqueles que encontramos em filmes ao estilo guerra dos mundos, em que a terra do Tio San é invadida por naves e alienígenas destroem que vêem pela frente ou algum super-vilão tipo Lex Luthor que quer colocar a nação e o mundo e ruínas, até aparecer o super herói em questão, com culhões super poderosos e chutar a bunda dos vilões para bem longe até que volte tudo ao normal. Mais não, aqui a ficção é um pouco mais palpável a realidade. Em Homefront tudo acontece em um futuro próximo, mais precisamente no ano de 2027. O país vive uma crise energética sem precedentes, o que logicamente afeta diretamente na economia, com o país em caos, aproveitando da situação, a Coreia então proclama guerra aos Norte Americanos, que com problemas estruturais e financeiros mal podem resistir, tendo sua população torturada e dominada pelos coreanos.

Sem um exercito oficial para oferecer resistência aos coreanos, alguns militares e até mesmo civis americanos se reúnem e criam uma espécie de força de resistência contra os orientais e rebeldes mercenários, Algo que torna o game bastante interessante, lembrando um pouco outro game, Freedom Fighters, para PS2, PC e XBOX.
Além disso, outro aspecto positivo é que o jogo se passa em sua maior parte em lugares antes habitados das cidades. Os tiroteios rolam em vilas, vielas, becos, e até mesmo escombros de residências, bastante interessante o que difere do "modelo campo aberto" como em Call of Duty ou outros games do gênero.

Militares e civis formam a força de resistência
Os produtores do jogo abusaram de cenas chocantes, usando cenas semelhantes as que vemos em imagens do holocausto, como pais sendo baleados na frente dos filhos, tortura em massa, vala lotada de cadáveres no qual seu personagem tem que se misturar entre os mortos para fugir das balas, entre outras cenas fortes, além das belas imagens como as da capa do jogo (uma das mais bonitas e representativas em minha opinião), que são exibidas nas telas de loading que a todo tempo lembra o massacre dos nazistas na segunda guerra. De fato não acho que isto é um ponto negativo, até por que traz a tona verdadeiros genocídios que são feito em guerras, mais não é qualquer tipo de pessoa que aguentaria assistir tais brutalidades insanamente muito bem representadas. Então se você for jogar este jogo lembre-se de tirar as crianças, idosos, e quaisquer outras pessoas ou mariquinhas que tenham nervosinho de ver sangue ou miolos explodindo com um balaço na testa, retire todos da sala.

Cenas de massacres e torturas são comuns no game
Sendo um jogo de guerra, esta carnificina em abundancia não pode ser considerada um ponto negativo, mas ao meu ver o game poderia ter um gráfico melhorado. Não chega a ser uma tragédia, mais deixa a desejar, lembrando-se que este título foi lançado em março de 2011, e em comparação com o Medal of Honor lançado em 2010 os gráficos de Homefront ficam devendo, e parece que não houve um tratamento de acabamento e polimento das imagens, mais nada que chegue a "ferir os olhos".

O Som do game é bem representado, como não poderia ser diferente a todo tempo há explosões, que são bem detalhadas e a trilha do jogo que dita o ritmo das missões! As dublagens são bem feitas e as vozes condizem com a personalidade e estereotipo dos personagens, o som das armas também são empolgantes, além do grito de misericórdia de algum inimigo ao ser alvejado.

A jogabilidade é bem tradicional, se você esta acostumado com Call of Duty ou Medal of Honor, por exemplo, não haverá problemas. A THQ inteligentemente preferiu não alterar o que é bom. 

Apesar de se passar em 2027, não há armas de munição a laser e nada deste tipo, o que há de alteração nisso são alguns tanques guiados via satélite, e uma arma ou outra que possui uma mira onde se vê a alma do inimigo indo embora com um balaço na testa!... Brincadeira, tentei descrever de uma forma superlativa que as armas do game possui uma mira descomunal, só isso! 
Caos nos EUA e armas bem semelhante as atuais
O modo on-line, pouco testei, talvez não tenha tanta propriedade para falar de tal, já que não joguei muito, mais o pouco que joguei achei ruim, pois os mapas são enormes, e como sou novato no on-line do game fui facilmente alvejado diversas vezes por campers espalhados por toda parte. Diferente de outros FPS que mesmo o jogador novato pode ter alguma chance de se desenvolver, Homefront eu não tive tanta perspectiva além de não me interessar. Meu foco neste game foi realmente pelo enrredo que envolvesse um pouco do cenário mundial mesmo que fictício, mais que engloba conflitos atuais com a ficção. Mais o frustrante é que em algumas horas mais precisamente 5 horas e meia você fecha a campanha, o game termina sem mais nem menos, é como se alguém arrancasse a ultima página de um livro muito interessante que você estava lendo e louco par saber o final. Logo um game com um tema tão bom, que poderia ser bastante explorado a THQ deixa a desejar.

Enfim, Homefront é um bom game? Sim é! Com algumas ressalvas é claro, não espere dele a mesma intensidade de um Call of Duty, mais se você pretende jogá-lo veja-o como Homefront apenas! É melhor não ir achando que jogará um FPS top, e sim um bom FPS e nada mais. Se você gosta de histórias relacionadas às guerras vale a pena à experiência de jogá-lo, agora se você gosta de apenas jogar FPS por jogar, o game pode ser tedioso logo nos primeiros minutos, nada te surpreenderá. No entanto em minha opinião, Homefront mesmo não sendo "tão bom como Call of duty" como os produtores haviam prometido, é um game que tem o se valor pela ousadia de sua história.

NOTA: 8,0




terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Uncharted Drake's Fortune



Este é um daqueles jogos que me remete a boas lembranças de excelente jogos que jogava em minha infância ou de algum filme da sessão da tarde. Uncharted Drake's Fortune é um titulo exclusivo do PS3, lançado pela Naughty Dog (a mesma do Crash), e traz a tona histórias como as de Indiana Jones, Lara Croft e Pitfall. 

O envolvente enredo de Uncharted se passa em torno de Nathan "Nate" Drake, um corajoso, irônico e inconsequente caçador de tesouros que percorre os quatro cantos do mundo em busca de um tesouro encontrado pelo Corsário Inglês Sir Francis Drake, (possível antepassado de Nate) que viveu durante o século XV. Durante a história Nate tem auxílio de dois carismáticos coadjuvantes Victor "Sully" Sullivan, que é um homem mais velho e encrenqueiro, e que quando mais novo era um caçador de tesouros e antiguidades assim como Nate, e também da bela, curiosa e corajosa jornalista Elena Fisher que documenta tudo com sua inseparável câmera e trabalha para um canal de tv que patrocina as expedições de Nate, além disso Elena divide seu tempo no game em ser ajudante e donzela em perigo. Alguns clichês ali outros aqui mais quem importa, isto que dá um tom nostálgico a trama.
Nate e Sullivan
A maioria do game Nate segue sozinho, mais os demais personagens aparecem em partes pontuais da história, e a presença deles é algo que com certeza irá te ajudar e muito. Simplesmente porque Nate está atrás de um grande e antigo tesouro, e como aprendemos em Indiana Jones um tesouro atrai bastante a cobiça dos sacripantas de plantão, e em Uncharted  a história segue bem este roteiro.


 Logo no início do game encontramos Nate e a jornalista Elena em um barco em meio ao oceano alçando do fundo do mar um caixão que seria do antepassado de Nate, mais ao abrir a urna não há nenhum corpo presente, Drake simulou a própria morte e dentro do caixão colocou uma importante pista de onde encontrar  tesouro, logo após este acontecimento, o barco de Drake é atacado por malfeitores que desconfiavam que Nate havia descoberto o cobiçado tesouro, e dai a aventura começa. Esta parte do jogo é bem tranquila, os inimigos não são muitos e as armas deles são pistola 9 milimetros (a mais fraca do jogo). Digamos que esta parte é para o jogador aprender os comandos e se adaptar a jogabilidade, e a jornalista lhe ajuda bastante, e ao decorrer do jogo lhe ajudará em partes sufocantes, assim como Sullivan.
Nate e Elena em uma cena de ação

O jogo se passa em sua maior parte em uma ilha misteriosa e paradisíaca próximo as Américas Central e do Sul. Os cenários são de uma mata totalmente preservada com lindas cachoeiras, praias e ruínas exuberantes, tudo isto em um gráfico quase foto-realista de tirar o folego do jogador. Certas cenas do jogo a riqueza de detalhes é tão grande que o jogador se perde em meio a um tiroteio para admirar o cenário. A folhagem, o balanço e reflexo das águas a luz do sol passando entre a copa das arvores tudo isto foi muito bem representado neste game além de possuir uma física muito boa, por exemplo, se Nate entra em um riacho e molha só as pernas, quado sair da água apenas as pernas estarão com aspecto molhado.
Cenários deslumbrantes, quase foto-realista
A jogabilidade deste game é muito boa para não apelar para o excelente. Quando se joga Uncharted, temos a sensação de estar-mos aproveitando o melhor utilizado de algumas grandes franquias como Assassins Creed, Price of Persia, Tomb Raider, uma pitada de Gears of War e o suspense de Resident Evil na ultima parte do game. Em algumas partes requer o uso do sistema Sixaxis (sistema de movimentação do dualshock 3), para se equilibrar em algum tronco sobre o rio ou abismo, e necessário o uso da movimentação do controle, para lançar alguma granada também requer este tipo de movimentação.
Para se movimentar em cima de troncos é necessário o uso do Sixaxis
As cenas de tiroteio são realmente bastante divertidas, a mira do game é no estio "por cima dos ombros" o que de fato é algo muito bom, ainda assim você pode escolher sobre o ombro direito ou esquerdo. Algumas armas possui a possibilidade de se aproximar ainda mais, lembrando que este benefício é restrito as armas de precisão. Nate não possui life, mais como em FPS em Uncharted o life fica por conta do numero de tiros você sofre e o dano fica explicito quando a tela vai perdendo cor ficando em preto e branco com manchas vermelhas simulando sangue nas quinas da tela.


Além de cenas de tiros temos cenas de luta, elas são necessárias quando não há munição já que Nate como um ser humano qualquer pode carregar apenas duas armas, sendo uma leve no coldre e outra pesada nas costas além de suporte para 4 granadas, mais você pode escolher das armas que caem de algum inimigo morto. As cenas de luta não são tão boas como as de tiros, mais nada que comprometa, o que dificulta mais e não deixa de ser legal     é que se você estiver em meio a um tiroteio for para a luta e houver mais de um inimigo atirado em sua direção, você continua sofrendo dano do mesmo jeito, ou seja, o jogo não para só porque você está lutando.
Cenas de luta, não são tão boas quanto as de tiro, mais não chegam ser ruins
Nate não é muito resistente a tiros, algo que se torna positivo, já que não usa nenhuma proteção como colete, armadura, ou capacete aprova de balas. Os inimigos são relativamente espertos, costumam atacar pelos flancos e esconder dos tiros, mais o nível de resistência deles sobem ao decorrer das fases, no início são apenas capangas relativamente despreparados, mais adiante aparece uma espécie de grupo de elite fortemente armado e equipado mais nada que headshots resolva.


O jogo possui alguns quebra-cabeças, mais nada muito complicado, ainda á um agravante que facilita bastante é o mapa de Nate que é uma espécie de manual para se resolver os desafios.


Algumas cenas de ação do game são de tirar o fôlego como perseguições de carros no meio da selva e a beira de um precipício, Fugir de tiroteio a bordo em um jetski contra uma forte correnteza. Outro aspecto legal de se destacar são os cortes de cena e mudança de fase sem loading, isto se torna o jogo fluente e ainda mais agradável, o que te faz prender até o final.
Nate e Elena cena da fuga em Jetski
Assim como em God of War, Heavenly Swood, e Resident Evil, o jogo possui algumas cutsenes, algo que já não é novidade alguma, mais é bem usado em Uncharted


Além da qualidade gráfica deste game, vale ressaltar a qualidade sonora feita pelos estúdios Skywalker, sim, meus caros, este jogo teve a parte sonora desenvolvida pela mesma equipe do grande George Lucas. As musicas embalam bem as ações, sendo que algumas partes com a ausência delas falam por si só, os sons de riachos, cachoeiras dos ventos sobre a copa das arvores e da fauna local são espetacularmente bem representados. As dublagens são bem feitas acompanhando bem as partes bem humoradas e dramáticas da trama. O game possui uma enorme gama de idiomas, não só em menus e legendas como em dublagens. Estão contido, Espanhol, Francês, Inglês e pasmem, Português. Sim meus caros, Português... Mais o de Portugal. Ah, mais quem importa com isto, pra quem já jogou jogo em japonês, português de Portugal é se torna formidável. Além disso a dublagem é feita com enorme zelo.


Uncharted não chega ser um jogo longo, mais com certeza você não será capaz de fazer 100% dele de uma só vez, por possuir colecionáveis escondidos pelo rico e detalhado cenário, de fato eu gostei muito deste game, ele perde um pouco pelo fato de ser relativamente curto, mais isto é algo secundário frente a experiência de jogá-lo o que é algo muito bom e divertido. Com certeza ele está em uma possível lista minha de top 10 do PS3, Uncharted Drakes Fortune me ganhou pela jogabilidade e história simples e cativante digna de um clássico dos cinemas, e pelo cenário bucólico que me fez lembrar bons tempos de Pitfall no SNES.


Nota: 9.5

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Batman Begins


Normalmente jogos baseados em heróis não são tão rentáveis as produtoras, pelo simples fato de todos eles serem voltados para o público infanto-juvenil e não poder detalhar bem os combates, dando uma vantagem ao herói que se torna quase invencível.

Na atual geração de consoles esta regra caiu por terra com o enorme sucesso causado por Batman Arkhan Asylum e Batman Arkhan City que mostra lutas bastante duras exigindo boa habilidade do jogador. Mais antes mesmo destes dois excelentes títulos, outro game estrelando o Cavaleiro das Trevas se destaca pela qualidade, é Batman Begins para PS2.

O game foi lançado pela Eletronic Arts em 2005 juntamente com o filme de mesmo título, e teve versões  para PS2, Game Cube, Xbox e game boy Advance, não teve um considerável número de vendas. Na época muitos jogadores reclamaram que os quebra-cabeças eram cópias baratas de splinter cell, pois o produtor de ambos era a mesma pessoa. De fato isto não chega a ser uma coisa consideravelmente ruim, mais por se tratar de um título de um herói de quadrinhos os quebra-cabeças foram um pouco mais simplificados.

Uma peculiaridade positiva deste game são as fases que se pode jogar com o Batmóvel. Estas fases possuem uma jogabilidade bem próxima as que encontramos em títulos como Need for Speed. As fases são bem rápidas, mais de qualquer forma agrada pela jogabilidade e pelo visual.
A possibilidade se pilotar o Batmóvel
Falando em visual, neste aspecto o game ganha pontos, os gráficos são muito bons, não chegam a ser ótimos, mais realmente muito bons. O cenário é bem fiel à sombria Gotham e possui elementos interativos, como cordas que se pode pendurar, e pilhas de caixas que se pode derrubar para chamar a atenção de algum vilão armado. Falando sobre os vilões, estes assim como o Batman são bem caracterizados e possuem movimentos bem harmônicos de acordo com a ação.
Passar despercebido é essencial
 A história segue a mesma do filme, claro que com algumas adaptações, cortes e flashback’s.

Outro aspecto bastante interessante que ganha os jogadores são os sons e dublagens. Christian Bale faz a sinistra voz do homem morcego, e as músicas são as mesmas do filme.

Neste game é preciso usar de força psicológica para intimidar alguns inimigos, e conseguir progredir no jogo, mais para que isto aconteça Batman deve agir com extrema destreza e surpreender os capangas armados, já que o homem morcego não é homem de ferro. Batman possui uma barra de respeito, e a medida que esta barra aumenta é mais fácil intimidar os capangas, com o medo eles visualizam o Batman como um demônio.

Os combates de luta são bem feitos e os movimentos bem harmônicos o que torna mais real. Muitos gamers desconhecem este game dando valor somente aos atuais títulos feitos para o Batman. Não querendo comparar os títulos atuais de Batman com o antecessor, mais sim dando o devido valor de cada, Batman Begins tem certo valor, e mostra uma pequena evolução diante aos antigos títulos de vídeo game feito para super heróis com base em filmes. Vendo por esta ótica Batman Begins até que supera a expectativa, mais não passa de uma peça bruta que ainda precisava ser lapidada para ser considerado uma jóia criada para o PS2.

Nota: 8,5

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Wolfenstein 3D


Nesta época de grandes lançamentos de FPS de sucesso e bem próximo a realidade, aproveitei o gancho e fui a fundo capturando o game que foi o percursor da ideia de um FPS, Wolfenstein 3D. Que jogaço! Este jogo remete boas lembranças da minha infância. E depois de matar zumbis, a outra coisa mais legal e prazerosa de se mandar para as profundezas são os nazistas. E este game nos proporcionou esta ótima sensação de uma forma ate então inusitada. Quem jogou vídeo game na década de 90 certamente jogou Wolfenstein 3D e é prova de tudo que falo e falarei neste post sobre este game, vejamos:

Este game foi lançado em 1992 pela Id Softwere, originalmente para rodar apenas em PC, mais com o devido sucesso a produtora lançou o game para várias outras plataformas da época como Atari Jaguar, Game Boy Advance, e Super Nintendo. Sendo esta ultima onde eu conheci este jogo e passava horas na frente da TV aniquilando os sentinelas do 3° Reich.
Tela inicial do game mostra B.J, personagem princiapl, uma mistura de exterminador do
futuro  e  Rambo, ícones da época
Neste jogo você encorpora um agente secreto aliado que deixa ser preso propositalmente para assim infiltrar  na fortaleza nazista desvendar planos nazistas, acabar com todas armas biológicas e frustar os experimentos malignos usando seres humanos como cobaia. Só que esta tarefa toda não é será nada fácil, A fortaleza é lotada de passagens secretas e armadilhas, além de sentinelas afins de chutarem sua bunda gorda Made in USA.

Wolfenstein 3D possuí uma jogabilidade que era uma novidade e tanta na época, que colocava o jogador na perspectiva de visão do personagem que fez tanto sucesso que virou um gênero de game a parte, e até hoje há uma enxurrada de títulos discípulos deste game.
Jogabilidade em primeira pessoa, inovação até então

Além de ser um dos games mais influentes da história Wolfenstein 3D, causou muita polêmica na época pela sua jogabilidade "realista" que incorporava o jogador na pele de um matador, e pelo sangue poligonal que pulsava quando algum personagem era alvejado por tiros ou escalpelado por uma facada.

O gráfico do game era totalmente poligonal, me doí falar isso de um jogo tão bom, mais o gráfico era feio até para época que foi criado, acredito que pela proximidade dos personagens com a tela dava este efeito quadricular aos elementos do game. Muitos colegas meus, na época não jogavam Wolfenstein 3D, por reclamar que dava tonturas e dor de cabeça, efeitos que nunca me ocorreram.
gráficos absolutamente poligonais
Os sons do game é muito bem executados, os barulhos de tiro são bem próximo ao som real, as musicas embalavam a jogatina de forma empolgante. Alguns chefes tinham uma voz macabra justamente para aparecer em lugares que pudesse surpreender o jogador com algum susto.

Diferente dos FPS modernos Wolfenstein 3D não possui uma infinidade de armas, são apenas 3 armas de fogo (pistola, metralhadora e metralhadora giratória) e uma faca. A metralhadora giratória é a arma mais usadas pelos chefões que possuí um nível de dificuldade meio elevado, mais nada fora do normal, salvo o Hitler que vem em uma armadura de robô equipada com quatro metralhadoras giratórias. Para matá-lo é precisos destruir a armadura e depois destruí-lo normalmente, até que não é difícil, o difícil é conseguir manter-se vivo, fugido das rajadas que ele dá em sua direção. A arma mais indicada para matá-lo é a metralhadora giratória, mais tente ser certeiro pois as munições dela vão embora em um susto.
metralhadora giratória, melhor arma contra os chefões
Com tempo e com a fama Wolfenstein 3D teve outros pacotes de fases tipo expansões, onde o próprio jogador poderia criar fases e QG's para colecionar nazistas mortos, além de fases noturnas e mais 3 episódios inéditos.

Wolfentaisn 3D está para o vídeo game assim como Michael Jackson esteve para a música, é um game que envelheceu rápido, confesso, mais que nunca foi ou será esquecido, pelo simples fato de ser o avô de muitos títulos que hoje vendem bilhões e enchem os cofres das produtoras.
Acredito que todos os produtores de grandes FPS como a Activision, a Eletronic Arts entre outras tem em Wolfenstein 3D como seu "jogo de cabeceira" ou manual de como se faz um bom FPS.

NOTA: 10

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Shadow of Rome


Existem bons jogos de ps2 mais que sua van filosofia possa imaginar, e Shadown of Rome é destes bons títulos que são lançados em meio a uma enorme leva de outros títulos de maior sucesso e acabam caindo no ostracismo, infelizmente.

Shadown of Rome é um jogo que mistura elementos de ação e luta, com uma ótima história voltada para aspectos do império Romano onde a corrupção e conspirações eram fatos corriqueiros.

Este game foi criado pelo mesmo produtor da série Onimusha em fevereiro de  2005 e lançado pela Capcom. É um jogo single  player, mais possui dois protagonistas, Octávianus, e Agrippa. Cada um dos protagonistas possuem uma missão característica, Octávianus é um civil, amigo de Agrippa e sobrinho do imperador Julho Cezar que fora misteriosamente assassinado, o maior suspeito da morte do ex-imperador foi Vipsanius um ex general do império romano, braço direito de Cezar e pai de Agrippa (que é um brutamonte, soldado do império). Confiante da lealdade do pai, Agrippa se rebela contra o império e é preso para lutar nas sangrentas arenas de Roma, e ai que Octávianus tem seu importante papel na trama. O garoto de aspecto franzino fica incumbido de fazer as missões de espionagem no melhor estilo “Metal Gear”. Como a destreza de Snake, Octávianus consegue se infiltrar nos palácios e fortalezas romanas sem ser percebido, mais para isso você tem que usar bastante de sua paciência. Diferente de Snake, Octávianus não enfrenta seus adversários, mais os ataca por trás usando vasos como arma. Com um físico semelhante ao do Salsicha ele é presa fácil para os brutamontes de armaduras do império romano. As missões com Octávianus são verdadeiros desafios, daqueles que um simples e impaciente jogador de Bomba Patch não conseguiria resolver.
Os movimentos com Octávianus tem que minuciosos
 Como Octávianus não luta, ele é capaz de fazer armadilhas com cordas ou algum elemento do cenário para derrubar os guardas, mais é algo providencial e tem um efeito rápido, já que estes apenas desmaiam. Para despistar os demais guardas, você pode pegar a armadura do guarda que está desmaiado, mais isto não é certeza de que dará certo, como o físico de Octávianus é de um típico jogador de purrinha e as armaduras nele parecem mais um sino de que um soldado romano, os guardas podem suspeitar de você caso aproxime do angulo de visão deles, a passagem diante os demais centuriões tem que ser discreta e breve, você tem que se esconder em enormes vasos ou atrás de algum móvel. Só assim é possível ter acesso a lugares restritos como o Fórum e o Senado romano.

Mais a parte digna de boa nota deste game, com certeza são os jogos romanos, regrados a sangue em cima de um solo sagrado!

...Aprendi no Spartacus, que debaixo dos pés dos gladiadores não é areia, é um solo sagrado que precisa ser regrado a sangue! O que Doctore fala É LEI!...

Voltando...
As lutas, como não poderiam ser diferente são devidamente sangrentas com cenas fortíssimas dignas dos maiores estádios e teatros romanos. Ponto positivo, a capcom conseguiu descrever bem a atmosfera vivida nos estádios desta época. Agrippa utiliza armas como cimitarras, gládio, machados, lanças, arco e fecha, clavas, espadas e alabardas enormes, além de alguns braços!
Braços??? Sim meu caro, braços, não é Mortal Kombat mas alguns golpes são tão fatais ao ponto de poder partir o membro do inimigo e usa-lo como arma no próprio.
Aqui a carnificina é digna de honra

 ...A carnificina neste jogo é prazerosa!...

As armas grandes e pesadas como algumas claves, espadas e alarbadas é preciso estar com as duas mãos livres para usá-las, e um golpe com uma arma desta poderia ser fatal. Além de armas, o peonagem poderia utilizar elmos e escudos que assim como as armas, também possuem um tempo útil de uso.

Armas maiores podem ser adquiridas ao decorrer das lutas, para isso acontecer é preciso tomar de algum lutador, ou realizando combos bem sangrentos para que a torcida o aclame, sendo assim, eles lhe enviam as armas pesadas. Quando Agrippa e aclamado pelo público também é possível conseguir comida, como pernil, pão e queijo que servem para regenerar o life. Mais isto não é tarefa muito fácil, é preciso distanciar um pouco dos adversários para poder comer, já que não há uma pausa na ação como acontece em outros games, Agrippa fica totalmente vulnerável quando está comendo. Os seus adversários também podem pegar as armas e alimentos que são lançados na arena e usar contra você.
Existem corridas mortais de carruagem no jogo
 A mecânica de luta é semelhante à usada em Onimusha, o que não é nada ruim. Agrippa como um ex-centurião do império é um especialista em batalhas e possui um vasto repertório de golpes, que vão de alguns bem simples até outros que podem matar o opoente instantaneamente. Alguns movimentos podem abrir a guarda do adversário ou livrar-se do risco, como jogar areia nos olhos do inimigo, ou alguma esquiva sobre um oponente de porte maior com limitações em movimentos rápidos.

O gráfico de Shadow of Rome, é bem feito levando em conta que o game é de 2005, mais ao jogar você terá uma leve impressão que nas partes que se joga com Octávianus o gráfico tem um cuidado maior, pode ser pelo aspecto de se retratar fortalezas, praças, e vielas da Roma antiga, ou de mascarar a carnificina que é tida nas arenas.

As músicas do jogo são boas, a cada momento há uma música adequada, que não enjoa e embala bem a jogatina, as dublagens também são bem feitas, já que o diálogo em CG’s também é algo bem usado neste jogo.

Shadown of Rome misteriosamente não fez o devido sucesso que o game merece, tornando-se um jogo cult e “degustado” por poucos jogadores, o que não tira seu mérito de ser uma das grandes obras feita para o PS2.

Nota:9.0

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

FIFA 12


Jogos de esportes normalmente estão a margem da predileção dos gamers mais hardcores, mesmo assim possui muitos fãs mundo afora. O Futebol como o esporte mais popular do planeta, também é o que possui mais adeptos no universo gamer, o que faz com que as produtoras invistam em melhorias fazendo com que os títulos fiquem cada vez mais parecidos a uma partida real, tornando de vez verdadeiros simuladores do esporte bretão.

Cada ano a briga entre a Konami e a Eletronic Arts com os seus títulos PES e FIFA respectivamente, acirra mais. A cada título lançado são feitas algumas melhorias e corrigido alguns erros das versões anteriores, mais sempre algum tenta surpreender com alguma possível inovação na jogabilidade, cada vez mais para cativar novos seguidores e não perder os que já são fieis as franquias.

Neste post falarei do FIFA 12, e suas mudanças em comparação ao título anterior, que já era bom, agora vamos ver ser o se o atual ficou ainda melhor:

Sou adepto aos jogos de futebol desde o SNES com o fantástico super star soccer, e acompanhei este avanço das franquias futebolísticas ao longo das gerações de consoles. Com isso me considero com alguma autoridade em fazer uma análise de um game futebolístico.

O título FIFA em seus primórdios sempre foi bastante criticado pelos gamers, devida sua facilidade e os gráficos que não ajudavam muito. Apesar de ter as licenças de usar nomes e escudos verdadeiros de times e seleções de todo mundo, o título ficava muito a quem de seus concorrentes criados pela Konami, ora o Pro Evolution Soccer, ora Super Star Soccer, ora o Winning Eleven. Todos estes com a mesma essências, mais o nome mudava de acordo com consoles e  de acordo com a região do mundo, basicamente é isto, aprofundarei neste assunto em outro post.

Com os consoles da nova geração, e em um bom nível de excelência atingido pelos criadores da Konami nas eras dos Playstation 1 e 2 e a falta de um concorrente direto que fizesse sombra aos títulos da empresa japonesa, acredito que houve um certo comodismo por parte dos produtores da Konami. Com um enorme número de adeptos aos games de futebol da empresa, a Konami se especializou em lançar um título cada vez mais igual ao anterior sem muita inovações gráficas e principalmente na jogabilidade que não chega a ser ruim mais se tornou cada vez mais manjada.

De olho nesta brecha deixada pelos japoneses foi ai que a Eletronic Arts deu o “pulo do gato” viu a oportunidade de reciclar o seu título que pouco apresentava diante ao PES da Konami. Com os consoles da nova geração o FIFA tomou a ponta como simulador de futebol mais vendido e jogado do mundo, com uma mecânica que lembrasse movimentos reais feito pelos jogadores de futebol durante uma partida, com uma física que se assemelha á realidade, e gráficos muito bem trabalhados e detalhados, isto não contado as licenças de vários clubes e seleções ao redor do mundo.

A versão atual do FIFA tem como ponto positivo principal inovar sem estragar aquilo que já era “Excelente” como diz o Sr. Burns. Os jogaores são dotados de uma inteligência artificial que exige cada vez mais do gamer. Os goleiros estão cada vez mais ágeis e espertos. A nova mecânica de impacto deixa o game com um ar e partida real, aquela coisa de jogador "espectro" não existe mais, e os choques corpo a corpo são inevitáveis. Mesmo sendo uma inovação positiva acredito que a Eletronic Arts deve fazer alguns ajustes nesta mecânica, que ainda apresenta alguns bugs, algumas vezes os jogadores se trombam e provocam algumas quedas desnecessárias e grotescas, mais este erro acontece esporadicamente, são engraçados, mais da mesma forma são frustrantes, acredito na melhoria desta inovadora mecânica no próximo título.
Jogo de contato bem mais reais

O gráfico melhorou, e diferente do PES os rostos dos jogadores no FIFA não parecem feito de borracha, a textura é um pouco mais real, e os closes de câmera na face de cada jogador mostra bem o que estou falando. Os menus, além de estarem mais bonitos, são mais fáceis de mexer, ponto positivo!
O áudio do game está incrível, dá pra se escutar o barulhinho da bola morrendo na rede quando o chute é muito forte, se o time empolga a torcida também empolga e isto é bem satisfatório. FIFA sempre se destacou por ter boas músicas de diversos artistas de todas as partes do mundo, e esta versão não é diferente, temos de Gabriel Pensador a The Storkes. O ponto fraco do áudio, é o game não ter mais a narração brasileira, parece que a EA abandonou de vez, já que a versão anterior também não teve.

Outro fator positivo e que no modo meneger, você encontrará desafios semelhante aos que treinadores de equipes reais encontram como incompatibilidade do elenco, jogadores insatisfeitos com a reserva ou com alguma posição que você possa utilizar improvisado. Estas arestas devem ser resolvidas e não ignoradas, pois os problemas podem refletir dentro de campo.
No modo carreira, jogadores terão "vontade própria"
 O modo online continua semelhante à versão anterior mais houve pequenas melhorias, existe modalidades de confrontos diretos entre amigos ou a possibilidade de buscar um adversário qualquer, como antes. Você pode fazer o seu time on line também e convidar amigos para fazer parte do seu elenco. A todo tempo há campeonatos a serem disputados, e você pode criar sua própria liga e chamar outros jogadores on line para disputarem.

Outra inovação offline é que agora pode-se jogar com até 7 pessoas simultaneamente, controlando a mesma equipe, ou divididos, a escolha é sua.
Goleiros cada vez mais espertos 
Enfim, a Eletronic Arts conseguiu uma coisa quase impossível melhorar aquilo que já estava perto do ideal, o FIFA 12 foi bem modificado em relação a sua versão anterior e o que faz com que torna um desafio cada vez mais difícil ate mesmo para os gamers mais experientes. Se você tinha alguma duvida em comprar ou não comprar o FIFA 12, o que eu te digo é que você esta perdendo tempo se não comprou ainda.A franquia FIFA consegue se reinventar a cada ano, o que faz dele um simulador de futebol que não se prende a uma jogabilidade fácil e previsível.

Nota: 9.5

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Obscure


Atire a primeira pedra aquele que não se interessou por um filme típico de estudantes estadunidenses estereotipados no melhor estilo de “Não é mais um besteirol americano” ou “American Pie”? E se entrelaçar-mos a isto tudo com um filme de terror classe B? Será que dá certo? Bom, de fato se estivermos falando do game Obscure pode ter certeza que sim! De fato não é nada comum ter-mos nomes como Stan, Kenny, Josh e Ashley, como personagens de um game survivor-horror.
Personagens tíicos de filmes "High school"
Obscure é um jogo que se passa em um típico Colégio Norte Americano chamado Leafmore. A história começa quando um dos personagens jogáveis do game, (Kenny), decide ficar até mais tarde no ginásio da escola para jogar basquete. No entanto no fim da atividade ele percebe que sua bolsa foi roubada e então decide procurar o ladrão. Com isso ele se depara com alçapão de porão aberto e decide entrar a procura do bandido.

...Santo chavão Batman, Quanto clichê há neste game, agora só falta um monstro no porão!...
É o que veremos:

Dentro do porão em uma sala parecida a um laboratório clandestino, Kenny encontra um outro aluno do colégio chamado Dan, que está com aparência típica de um habitante da cracolândia. Dan aconselha Kenny a sair dali, pois aquele porão é um lugar bastante sombrio, mais antes deles saírem do local, criaturas estranhas matam Dan, ao tentar fugir alguém fecha as portas do alçapão prendendo Kenny dento do porão.

Os demais personagens entram na história a procura de Kenny que é irmão de Shannon e namorado de Ashley, as duas sentem falta do atleta e chamam o repórter investigativo do colégio (Josh) para ajuda-las. O outro personagem, Stan aparece ao decorrer do game e ele se torna bastante importante pela sua habilidade em abrir portas trancadas.
Como um autêntico co-operative, cada personagem deste game possui habilidades distintas. Stan como um autêntico aluno problema que se adaptaria facilmente em Bullwort Academy (colégio do game Bully), como já disse, Stan é perito em destrancar portas, armários e cadeados.

...Será que o nome STAN para um cara com habilidade de arrombar cadeados foi proporcional?...

Josh, é um repórter amador que é um exímio investigador, Shannon é a garota Lisa Simpson da escola, e Ashley como seu namorado Kenny é uma atleta nata, e como uma lutadora da equipe do colégio, tem facilidade em manusear diferentes armas.

Longe de se destacar entre os games de survivor-horror com uma premissa marcante e bem elaborada, Obscure chega ser um título inovador por ser o primeiro jogo desta natureza com possibilidade de se jogar multiplayer, o que torna o game ainda mais interessante e divertido. De fato esta possibilidade facilita bastante, pois durante todo o jogo é preciso trabalho de equipe, o que de fato é bastante difícil de conseguir jogando sozinho com o computador controlando lerdamente o outro personagem.
Como em Alan Wake a lanterna serve como uma arma
Como em todo game de horror, os itens são bem valiosos, e as munições não são tão fartas quanto em um FPS, ou em qualquer filme do Rambo. Os tiros tem que ser certeiros e as lanternas se tornam armas fundamentais contra as sombras negras que assombram o colégio. A luz do dia é uma arma fundamental em partes mais criticas, para que você consiga utilizá-la como arma é preciso quebrar as janelas, esta interatividade com parte do cenário é um aspecto bem positivo por parte deste game, tanto que podemos ver esta mesma mecânica sendo usada em Alan Wake.
As munições são raridade, os tiros tem que ser certeiros
 Outro aspecto bastante positivo são os sons, música com um coral lírico infantil de fundo faz a atmosfera do game bastante sombria e assustadora em várias partes do game, em outras partes os seus passos sobre o piso de tábua corrida e o silêncio local fazem uma sintonia digna de frio na espinha. As dublagens são bem executadas, não destorcendo voz com as características dos personagens.

Os gráficos não são belíssimos, mais não deixam a desejar. O que vale mesmo a pena são os cortes de câmera, que de fato faz o suspense e apreensão do jogador aumentar. Em contra partida o andar dos personagens parece um pouco “robotizado”, o que poderia ter tido um cuidado maior, mais ao decorrer do game você acaba achando irrelevante. Outro aspecto negativo são os chefes, que muita vezes são repetidos, o que pode ser um facilitador por gravar-mos os ataques dos mesmos mais por outro pode ser frustrante pelo fato de ficar meio previsível demais. Uma gama maior de chefes teria resolvido o problema.

Obscure não chega ser uma obra prima em si, mais se você é dono de PS2, ou de um xbox e gosta se survior-horror é inadmissível que você não tenha jogado este game, que mesmo carregado de clichês se torna interessante pela inovadora mecânica co-operative.

Nota: 7.5