terça-feira, 4 de outubro de 2011

Pokémon Stadium




Se você foi uma criança na década de 90 com certeza você um dia sonhou em ser um mestre Pokémon. Sim! Acredito que naquela época não era só eu que possuía este tipo de pensamento!...


 O QUE FOI! SIM EU QUIS SER UM MESTRE POKEMON UM DIA, E O QUE HÁ DE MAL NISSO?


1...
2...
3...
Voltando ao normal...


Pokémon Stadium foi um game que nos proporcionou um pouco esta sensação durante as batalhas com os monstrinhos de bolso.


O jogo foi lançado no Japão em 1999 com o nome de Pokémon Sutajiamu Tsu e lançado como Pokémon Stadium em 2000 no ocidente. O jogo desenvolvido pela HAL Laboratory fez um grande sucesso, pois teve seu lançamento programado bem para o auge da série.

Na tela os Pokémons escolhidos pelo jogador
O jogo é em formato de batalhas RPG, onde poderia se escolher entre os 151 Pokémons iniciais da série divididos em 13 diferentes características como: Normal, fogo, água, gelo, elétrico, voador, lutador, psíquico, vegetal, inseto, venenoso, fantasma e de pedra. Além disso, o game possuí 8 minigames muito divertidos que dava para jogar até quatro pessoas simultaneamente.
Um dos ótimos MInigames do jogo

O game é diretamente voltado para o público infanto-juvenil que de fato acompanhava a série, qualquer outro jogador que não assistia a não consegue desenvolver uma boa batalha pois é essencial que se conheça as características dos Pokémons. Levando em conta do game ser voltado para o público infanto-juvenil, um fator consideravelmente positivo no game, eram os comandos simples e fáceis de ser memorizados pelo jogador, mais que poderiam irritar alguns jogadores mais exigentes.


Os gráficos deste game são uma beleza em se levar a época em que este foi desenvolvido.
Os Pokémons possuem aparência bem fieis aos da série. Em contrapartida os cenários são um fracasso a parte, são totalmente vazios e sem vida, até mesmo os ginásios são mal desenhados.

Pokémons bem detalhados, porem os cenários deixam a desejar

O som do game é bom, possui uma musica de fundo que não é marcante mais também não é enjoativa, mais faltou caprichar mais nos sons vindo dos Pokémons que quase são mudos. Além disso possui um narrador que lembra a mala colossal do Galvão Bueno, ou seja, compromete o andamento da “transmissão”. Aliás, imaginem Galvão narrando uma batalha Pokémon:


“haja coração amigo Ash Katchum”.
...
“Vai que é sua Pikachú!”


Que lastima, melhor se nem fizer mais este exercício de imaginação se não terei uma convulsão no Hipotálamo.


Continuando...
Este é o típico game que só é bom para quem gosta do anime, para os demais pode ser uma experiência frustrante e sonolenta. De cara o game agrada, mais depois de algum tempo jogando torna-se enjoativo, pois por mais que se mude de categoria os adversários sempre serão os mesmos, e como não há história no game, não existe a possibilidade de se capturar novos Pokémons. Para suprir isto, há possibilidade do jogador transferir Pokémons do Game Boy para o Nintendo 64 através de uma peça adicional chamada Transfer Pak, mais não anula a bola fora!
Enfim, mesmo com os erros, ainda assim este game conseguiu marcar época no velho e bom Nintendo 64.


Nota: 7,0

domingo, 2 de outubro de 2011

Underworld the eternal war


Existem alguns games baseados em filmes que fosse melhor se eles nem existissem. Um exemplo crasso desta máxima é Underworld para PS2.
Fabricado no ano de 2004 pela empresa Play It, este jogo foi baseado no razoável filme de mesmo nome. E mesmo considerado um filme razoável apenas, o jogo não faz jus em nada ao filme.

O game é uma mistura de Run n’ Gun, com Beat up, e uma pitada de RPG, legal não? NÃAAO! Vejamos porquê de tanto desespero:
De cara o jogo não possui CG’s apenas uma breve cena do filme é exibida, além disso, fotos dos atores principais do filme e um letreiro que sobe ao lado contando parte da história desta guerra eterna entre vampiros e Lycans (Lobisomens), coisa típica de alguns jogos do SNES.

Ao passar esta “emocionante” e intrigante apresentação temos a opção de escolher entre qual das duas classes (Vampiros e Lycans) iremos jogar. Cada um tem suas próprias forças, e diferentes missões para completar, e ao completar-mos alguma missão ganhamos pontos extras para fazer-mos upgrades em nossas habilidades. Como um vampiro você tem o poder da regeneração, durante o combate os Lycans podem mudar de humano para lobos e vice-versa. Além de escolher uma das classes, temos a opção de escolher entre cinco personagens que possuem como única característica diferente o visual, já que as habilidades de combate são as mesmas. Os demais personagens e mais alguns figurantes seguem te “ajudando” pelo resto do jogo, que também dispõe da opção multiplayer para se jogar com um amigo, legal não!? Não! Seu amigo sentiria ofendido e teria uma convulsão nervosa se você o chamasse para jogar esta pilha de merda chamada Underworld, a não ser que ele tenha um Q. I. de alface como os estagiários da Play It. Sim! Eram estagiários, este jogo nunca, jamais, em hipótese alguma, foi criado por profissionais sérios.

Como se pode levar a sério um game que blocos de pedra se quebram como o som e aspecto de vidro!? Como se pode existir um game para PS2 que apenas dois tiros de pistola possa explodir um carro!? Como alguém em sã consciência mental possa aceitar que uma voadora no estilo “lindomariano” possa ter dano maior que um tiro de pistola!? Quanta incoerência em um game só, ora bolas, se o tiro de pistola destrói um carro pense em que uma simples voadora “lindomariana” possa fazer!? O quê???  você não sabe o que é uma voadora "Lindomariana"? Por acaso você conhece orkut? O site onde Lindomar um dia foi rei!? SE VOCÊ NÃO SABE DA EXISTÊNCIA DE LINDOMAR O SUB-ZERO BRASILEIRO, O HOMEM QUE APERFEIÇOOU A VOADORA COMO UM LOSANGOLO ABERTO SUMA DAQUI E VAI ASSISTIR AS MACAQUICES DO RODRIGO FARO! 


(Voltando ao estado normal...) 


Espero que os fracos tenham saído e pedido aos céus clemencia por não ter conhecido Lindomar! Onde estávamos? Ah sim! Underworld, melhor se não estivéssemos, mais já que estamos vamos continuar...


Além disso, tem o fato curioso que um tiro que se dá em um vampiro escorre galões de sangue, pois sabemos que estes seres possuem baixíssima quantidade desta substância no corpo, ai então a necessidade de sugar de outra pessoa. A não ser se o vampiro atender pelo nome de Edward e brilha no sol feito a globeleza. Mais isto é assunto para outro post.
Vampiros possuem galões de sangue no corpo

A jogabilidade deste game é um show a parte! Show de horror! Os movimentos são totalmente travados e a câmera te deixa em pontos cegos, salvo os erros gráficos e lag’s que acontecem diante de seus olhos sem nenhum constrangimento.
Erros gráficos que saltam os olhos
Os sons do game é outro desastre, se não há ação, não há musica! Musica esta que é a mesma das cenas de ação do filme, o que não chega ser algo ruim (milagre algo que não seja ruim neste jogo), mais se torna repetitiva e cansativa pois não há variação. (Voltamos a estaca zero). Os sons das ações do game chega ser cômicos, as armas fazem barulho semelhante aqueles revolvinhos com gravação de tiro comprados na 25 de março e os blocos de pedra tem barulho de vidro quando se quebram.
Levando-se em conta um game de PS2 os gráficos são fraquíssimos, parecendo jogos de consoles da geração anterior ao PS2, como Sega Saturn, PSone e Nintendo 64.
Gráficos que parecem de gerações anteriores
Outra situação extremamente frustrante é que você possui um life que quando se acaba é game over de cara. Ou seja, você tem uma vida apenas, caso morra volta a fase toda, independente do ponto onde você estava, pois os únicos save points são os inícios das fases, o que faz deste jogo uma pilha de fezes feita por um mastodonte infectado por salmonela.

Enfim, Underworld serve apenas pra você tocar aquele vizinho, primo ou cunhado mala que sempre te pede para jogar no seu vídeo game, mais para o plano dar certo você terá que ser tão bom ator quanto Al Pacino para fingir que está gostando de jogar aquela porcaria e fazer o seu desafeto desistir da idéia de lhe fazer companhia. Mais duvido que até Al Pacino consiga tal proeza.


Nota: 0.0

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Batedeira Geek consegue destaque em site internacional


Não é balela, e verdade! Com pouco tempo no ar o nosso humilde bloguinho conseguiu um destaquezinho no site The Geek Daily, com o post Sunset Riders.

Parece pouca coisa? Parece não, realmente é pouca coisa, mais coisa esta que se torna um combustível a mais em continuar escrevendo. Espero que este seja o primeiro de muitos destaques que possamos conseguir. Para constar que este fato foi mesmo real segue o print da imagem do destaque do Batedeira Geek no site:

Clique na imagem para ver em tamanho maior

Infelizmente o link se perdeu, pois o site é atualizado a cada duas horas com os blogs Geek de maior destaque na net.

"O sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo".
Winston Churchill

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sunset Riders


Desde pequeno me acostumei assistir filmes westen por influência do meu pai, que aos sábados alugava fitas k7 do gênero e assim passávamos algumas tardes e noites assistindo. Lembro-me que sempre empolgava com os filmes e criava desenhos dos personagens que assistia. E com isso fui tomando cada vez mais gosto por este estilo de filme que mantinha um clichê todo seu, com frases e personagens com personalidade e comportamentos quase sempre pré-definidos.

Certa vez conheci um jogo chamado Sunset Riders para Super Nintendo, e como não poderia ser diferente tive de adquirir aquele jogo de faroeste para o SNES, pois ele unia tudo aquilo que eu gostava, jogar Beat up, e ainda mais com o tema do velho oeste, uma inovação até o momento. Tempos depois soube da existência de um outro jogo de Faroeste chamado Cawboy Kid, desenvolvido para o NES, mais até então os meus olhos só estavam voltados para Sunset Riders.

O jogo é um típico Run n’ Gun, (gênero muito semelhante ao Beat up) onde podemos atirar em tudo e todos que vemos e pegar todos os itens que encontramos pelo caminho, e consiste em uma jogabilidade simples e eficaz como andar, atirar, pular para se esquivar de algum tiro ou subir em alguma coisa. Ou seja, um estilo simples e cativante, bem usado em décadas anteriores. Além da boa jogabilidade este game lhe dava opção de se jogar multiplayer, o que fazia o jogo mais divertido ainda, pela quantidade de tiros que tínhamos na tela.
Screenshot do game

A história do jogo se passa no oeste americano, (como não poderia ser diferente) e era bem simples, típica de filmes Westen da época. O game possuía quatro personagens que o jogador poderia escolher entre eles, Stive, Billy, Bob e Cormano o único deles com aparência de mexicano e o melhor para se jogar, em minha opinião. Stive e Billy usavam como arma uma pistola que possuía tiros mais rápidos e Bob e Cormano usavam espingardas que tinham  tiros um pouco mais lento mais possuía uma área de alcance angular maior. 
Diferente de hoje, roupa colorida na época era coisa de homem
Os quatro eram caçadores de recompensas e cruzavam o velho oeste americano atrás de perigosos criminosos, que não poderia ser diferente também era como os clichês dos filmes do gênero. Índio malfeitores, mexicano fora-da-lei, assaltantes de banco, sequestradores de dançarinas de cancan indefesas e por ai vai o vasto menu de bandidos ambientados no velho oeste. Uma receita simples mais infalível. A cada início das oito fases do game apareciam cartazes com o rosto do procurado, a famosa frase: “Procurado vivo ou morto” e a recompensa que aumentava de acordo com o grau dificuldade da fase e do chefe.
Índio escapelador, um dos chefes finais do game
Considerando-se um game de 1991, possuía gráficos bonitos e funcionais com cenários detalhados, que mesmo com muitos elementos na tela a mecânica de movimentos dos personagens não era afetada com lentidão e respondiam bem os comandos. O jogo é bastante colorido uma estratégia bem executada pela Konami, desenvolvedora do game, isto maquiava um pouco os serrilhados de imperfeições do gráfico.
Outro fator positivo deste game eram as músicas bem ambientadas e o som ambiente que respondiam bem as ações dos personagens, como explosões, galopes dos cavalos, som do trem e até mesmo as vozes dos chefes.
Tela final do game
Na minha concepção este game abriu as portas do gênero Westen no universo dos games, mais até hoje este gênero ainda é pouco utilizado pelas empresas do ramo. Para a atual geração de consoles temos dois títulos de sucesso (Call of Juarez e Red Dead Redemption) e nada mais, uma pena! Sunset Riders é um daqueles jogos que maçaram época, pela simplicidade que o torna extremamente divertido e cumpre muito bem sua meta. Se você jogou este game sabe bem de que eu estou falando!

Nota: 9,0

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Kane and Lynch: Dog Days 2


Jogar Kane and Lynch: Dog Days 2 nos lembra esta assistindo mais um programa sensacionalista de cume policial, pelo simples fato de estar-mos contido no jogo por um angulo tanto quanto peculiar deste tipo de programa.

O Game se passa nas ruas, vielas e galerias do sub-mundo de Xangai, na China.
Lynch é um sociopata mantido a base de remédios tarja preta. Recebe seu parceiro Kane, um matador profissional, para fazer um serviço sujo para criminosos de Xangai. No entanto durante a execução do serviço, Kane mata a pessoa errada, a filha de um criminoso local que comanda o poder paralelo e a polícia simultaneamente. A partir daí o jogo se resume em atirar e se esquivar dos milhares de tiros que vem em sua direção por todos os lados. Mais com algumas pausas para interlocuções da história do game.
Keane o matador, Lynch o sociopata
A meta do jogo é escapar de matadores de aluguel, policiais e capangas. Os inimigos possuem uma inteligência artificial consideravelmente boa, pois sempre se preocupam em atacar pelos flancos podendo lhe pegar desguarneço. No entanto não podemos dizer os mesmo das pessoas que vagam pelo cenário, que ficam correndo aleatoriamente ou andando despreocupadamente enquanto o tiro rola solto diante de seus olhos, este é um dos pontos fracos deste game. Mas o mais frustrante no game é o tempo de jogo que possui cerca de umas 3 horas e meia de jogatina apenas. No entanto, no jogo você tem 24 horas para fugir da China, mais este tempo não é cronometrado em tempo real, serve apenas para marcar as horas do dia em relação às fases e situações diversas do game.

Os gráficos no geral é considerado bom, o efeito de filmagem lembrando uma gravação de celular ajuda a esconder algumas imperfeições de textura que acabam tornando um charme à parte, pela ambientação que lembra filmagens do youtube, o que pode ser também um tiro no próprio pé da produtora, pelo fato de muitos gamers acharem este aspecto um tanto quanto estranho e enjoativo, pelo fato da câmera oscilar no momento em que os personagens correm pelo cenário.

Os dois personagens do game são cativantes, e possuem diálogos engraçados entre si e carregados de palavrões. O jogo possui opção coperative Multiplayer Online e Offline, sendo uma boa opção para se jogar com um amigo. Este game se passa na maior parte do tempo pela visão de Lynch, e Kane é controlado pelo jogador apenas na ultima missão do game.

Por possuir um aspecto de vídeo caseiro, cada headshot em um inimigo, as imagens do rosto do capanga alvejado são tampadas com um efeito de mosaico típico de programas policiais, além disso, as cenas de nudez também recebem este efeito que incorpora a proposta do game, não sendo algo tido como ponto negativo. Há uma cena de CG que pode ser cortada pelo jogador, e é justamente a cena que mais impressiona, por possuir um aspecto tanto quanto perturbador, onde os personagens do game são capitulados e torturados. A fase se consiste em fugir do local com o corpo nu todo retalhado por estilete.
Censura  nudez e aos headshots típica de programas policiais
O game foi desenvolvido para PS3, Xbox360, e PC no ano de 2010 pela empresa dinamarquesa IO Interactive, a mesma que produziu Freedon Fighters, e Hitman. Foi publicado pela Edios e Square Enix, não teve um "boom" de vendas e popularidade, mais Kane and Lynch: Dog Days 2 conseguiu cativar um bom número de jogadores pela sua proposta inovadora de ser rodado ao estilo de vídeos caseiros, pelo enredo envolvente, personagens cativantes com problemas e limitações dignas de pessoas reais, jogabilidade simplória mais não enjoativa, que lembra um pouco o estilo de jogo dos antigos Run N' Gun das décadas passadas, mais peca no curto tempo de jogo.

Nota: 8,0

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Divulgado vídeo gameplay de Cole herói de InFamous em Street Fighter vs Tekken

Como InFamous é uma franquia exclusiva da Sony o personagem Cole (herói da série) só será jogável no PS3 e o PS Vita. Particularmente achei legal ter o Cole como personagem de luta, fato que faz popularizar ainda mais o personagem, mais ainda eu não amadureci a ideia de termos um game onde a magia de Street Fighter se mistura com o "realismo" de Tekken. Para mim isto não passa de caça-níquel das empresas de games  Mais isto ocorre até eu começar a jogar, digo isto pois torci o nariz quando anunciaram Dc Comics vs Mortal Kombat, no entanto desde que joguei gostei deste game. Sim, eu admito que mudo de opinião muito fácil quando passo a gostar de algo.

Mas voltando a falar sobre o game em questão. No que se deve o vídeo apresentado, achei o gráfico um pouco abaixo do esperado, levando em conta que é um vídeo demo do PS VIta. Sobre os golpes do personagem em questão achei que aparentemente ficaram bem feitos, em relação a movimentação, achei o game em geral um pouco meio lento. Mais como ainda é uma demo, é esperar o game chegar para fazer uma análise mais embasada. É esperar para ver!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Da série: objetos de desejos


Uma das trilogias mais famosas de Hollywood e uma das melhores na minha opinião com certeza é "Back to the Future", "De volta para o futuro" no bom português, filme que teve o primeiro da trilogia em 1985, ganhador de um Oscar em efeitos sonoros, sendo indicado para duas categorias. 


De fato este filme fez e ainda faz muito sucesso ainda hoje, tanto que a empresa de material esportivo Nike lançou um número limitado do tênis usado pelo personagem de Michael J. Fox (Marty McFly), no filme com vendas exclusivas no site ebay, são apenas 1.500 pares, do qual teria o incomensurável prazer de ser dono de um, mais um super tênis deste não sai por menos de 7 mil dólares. Este preço elevado é devido ao numero restrito de tiragem do calçado que faz dele um artigo de luxo, além de ter um fundamento social em ajudar a Fundação Michael J. Fox, mantida pelo astro da cinessérie e que sofre do mal de Parkinson. E pode apostar que quem garantir o seu, vai guardá-lo para valorizar ainda mais no futuro.


A cena que fez este super tênis tão famoso foi as cena do vídeo a seguir, quando McFly desembarca no futuro ano de 2015, e para se ambientar ganha roupas futuristas da moda, e um skate voador.




DeLoran o carro do
"futuro"
Sendo assim ficarei na vontade de ter um exemplar deste, da mesma forma como sempre quis ter um DeLorean (carro do filme que serve como maquina do tempo). Quem sabe um dia Nike lança uma versão popular do Nike Mag com um numero maior de tiragens para nós jovens mortais poder usufruir desta peça inigualável em nossas coleções.


Para maiores detalhes desta "joia" acesse o site oficial http://www.back4thefuture.com/